É mau, mas é inevitável, é como a chuva, e toda a gente sabe que chove sempre na Feira do Livro, cruzar-se com a camapanha eleitoral num Domingo de Feira.
Mas cruzar-se de seguida com o grupo de apoiantes do tal partido dos animais e dos bichinhos fofinhos e com o grupo de apoiantes do PNR (que vindo no encadeamento das ideias poderia ser designado pelo partido das bestas) é azar e mais.
Ainda bem que havia livros.
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