Contra todas as expectativas, a organização da Ryder Cup 2018 foi atribuída à França, e não a Portugal. E perguntam vocês, que raio é isso? E diz quem sabe: Parece que é o terceiro evento desportivo mais mediático a nível mundial, atrás dos Jogos Olímpicos e dos Campeonatos do Mundo de Futebol (onde é que eu já ouvi isto?).
Afinal o terceiro evento desportivo mais mediático a nível mundial já não é uma prova de vela que aquele senhor dos bigodes andou a tentar trazer para Pedrouços (em frente aos terrenos onde a Champallimaud construiu um gigantesco empreendimento de escritórios e laboratórios com nome em inglês e carreira própria da Carris e tudo…) mas uma prova de golfe com 12 jogadores.
E todos sabemos como o golfe é o mais mediático dos desportos, eu conheço pessoalmente imensa gente que até tira férias só para ir assistir ao vivo ou estar em frente à televisão a ver umas tacadas… Esqueçam os campeonatos de futebol de Inglaterra ou Espanha, esqueçam a Liga dos Campeões, esqueçam Roland Garros e Wimbledon, esqueçam a Volta à França, a fórmula 1, a NBA ou o atletismo, o que toda a gente quer mesmo ver é vela e golfe.
E voltam vocês a perguntar, mas o que temos nós a ver com isso? É que o Estado português parece que vai poupar 144 milhões de euros até 2022 com a brincadeira. E quem é que sai prejudicado? É o Espírito Santo, claro, que está a construir um gigantesco empreendimento turístico na Comporta, e que agora se vai ver privado de todo o retorno financeiro que a prova proporcionaria. Será que vamos ver, mais uma vez, o poderoso Estado a lavar as mãos, e o investidor privado a ter que arcar com todos os prejuízos? Só falta agora o Estado ‘não se lembrar’ de compensar financeiramente o Espírito Santo, na sua tradicional visão mesquinha e persecutória face às grandes e visionárias acções da iniciativa privada portuguesa.
Afinal o terceiro evento desportivo mais mediático a nível mundial já não é uma prova de vela que aquele senhor dos bigodes andou a tentar trazer para Pedrouços (em frente aos terrenos onde a Champallimaud construiu um gigantesco empreendimento de escritórios e laboratórios com nome em inglês e carreira própria da Carris e tudo…) mas uma prova de golfe com 12 jogadores.
E todos sabemos como o golfe é o mais mediático dos desportos, eu conheço pessoalmente imensa gente que até tira férias só para ir assistir ao vivo ou estar em frente à televisão a ver umas tacadas… Esqueçam os campeonatos de futebol de Inglaterra ou Espanha, esqueçam a Liga dos Campeões, esqueçam Roland Garros e Wimbledon, esqueçam a Volta à França, a fórmula 1, a NBA ou o atletismo, o que toda a gente quer mesmo ver é vela e golfe.
E voltam vocês a perguntar, mas o que temos nós a ver com isso? É que o Estado português parece que vai poupar 144 milhões de euros até 2022 com a brincadeira. E quem é que sai prejudicado? É o Espírito Santo, claro, que está a construir um gigantesco empreendimento turístico na Comporta, e que agora se vai ver privado de todo o retorno financeiro que a prova proporcionaria. Será que vamos ver, mais uma vez, o poderoso Estado a lavar as mãos, e o investidor privado a ter que arcar com todos os prejuízos? Só falta agora o Estado ‘não se lembrar’ de compensar financeiramente o Espírito Santo, na sua tradicional visão mesquinha e persecutória face às grandes e visionárias acções da iniciativa privada portuguesa.
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